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Coletivo de artistas combate em São Miguel o abadono escolar e o uso de drogas através de um finaciamento da União Europeia - Coletivo Plugg

De estúdio comunitário, a tertúlias e workshops, este projeto é financiado pela Youth for Autonomous Regions, um apoio da União Europeia para a faixa etária juvenil. Segundo
Cristovão Maçarico, Esta “é uma forma de combater certas questões sociais como o
abandono escolar, uso de drogas ou o desinteresse cultural. Mostrar que a música
pode ser uma alternativa criativa e saudável na juventude micaelense”.

Correio dos Açores – Defina-me o conceito do Coletivo PLUGG?
Cristovão Maçarico (fundador do Coletivo) – O Coletivo PLUGG basicamente começou como estúdio pessoal, em que depois comecei a alugar esse mesmo espaço e a pôr todo o meu equipamento lá, mas entretanto tornou-se algo maior.
Pensei em fazer algo pela comunidade local, pois percebi que existem muitos jovens que queriam fazer música, mas que não tinham espaço, não tinham equipamento, e queriam aprender mais. Então, junto com uns amigos, começamos por criar o Coletivo PLUGG, que se tornou um estúdio de música comunitário e acabamos por construir uma espécie de comunidade, com pessoas que começaram a aparecer mais frequentemente.
E é um estúdio agora, onde qualquer pessoa pode vir, sendo mais direcionado aos jovens, que podem experimentar fazer música sem qualquer tipo de pressão ou de conhecimento musical prévio. Estamos a abrir as portas a quem quiser participar, basta mandar email para coletivo.plugg@gmail.com. Basta apresentar uma proposta de projeto que queiram fazer ou simplesmente aparecer nas atividades que vamos começar a fazer.

E que atividades são essas?
Basicamente temos uma equipa de jovens. Encontramos um apoio por parte da União Europeia, chamado Youth for Autonomous Regions, que é um financiamento para jovens, dos 14 aos 25, que tivessem uma proposta cultural direcionada para as regiões ultraperiféricas.
Então, conseguimos esse financiamento para um projeto ao qual chamamos “Temporada Desafios Coletivo PLUGG”, que vai durar 6 meses. Praticamente, vão ser uma série de workshops e tertúlias. Vamos trazer artistas regionais, nacionais e internacionais para partilhar conhecimento e inspirar os jovens. É uma forma também de combater certas questões que nos importam, questões sociais como o abandono escolar, uso de drogas ou o desinteresse cultural. Mostrar que a música pode ser uma alternativa criativa e saudável na juventude açoriana e micaelense.

Que ambicionam trazer de novo ao panorama cultural açoriano?
Nós gostávamos de fazer algo de jovens para jovens, porque muitas das coisas que acontecem aqui não são tão didáticas no ponto de vista do interesse juvenil. Nós gostávamos de ver o pessoal mais envolvido na cultura, nós vemos o pessoal a viver a cultura em Lisboa, e o pessoal que vive aqui quer sair de cá, quer ir para outros sítios. Há um desinteresse cultural porque também não há iniciativas que façam com que as pessoas fiquem mais envolvidas
Estando neste Coletivo, estando todos juntos, talvez possamos mudar a forma como os jovens pensam na ilha. Eu até estudei lá fora, e desde que voltei dizem-me diariamente “o que está a fazer cá?” ou “vai para fora”, e não existe nenhum incentivo que permita os jovens pensarem que “vou ficar na ilha e vou fazer algo dela”.

Que referências têm em termos de artistas nacionais e internacionais?
Em França, existe uma casa chamada “59 Rivoli”, que é resumidamente uma casa de residências artísticas, e foi um marco para mim e que me inspirou a criar algo do género. Contudo acho que a música é algo que tem bastante interesse em São Miguel, pois cá na ilha nós temos 75 bandas filarmónicas, temos o Conservatório Regional. Todavia, é tudo através de métodos didáticos muito teóricos, que demonstra ser uma sobrecarga para os jovens, que muitas das vezes nem conseguem estar tangentes com os interesses dos mesmos.

Qual seria o vosso maior sonho de momento?
A gente está no início, ainda a expandir. Sinceramente gostaria de fazer isto como algo principal, e não somente um extra. Eu gostava bastante de tornar isto numa academia, numa associação cultural que desse para fazer eventos e tudo isso. Porque este apoio foi o primeiro passo que a gente conseguiu. Se não fosse este apoio por parte da União Europeia acho que o Coletivo não passaria muito disto. A maior parte da equipa é menor de idade, então em termos de boleias, de tempo disponível fora do estúdio e atividades extracurriculares, e em termos económicos, é muito complicado fazer as coisas acontecer, ainda por cima quando tiramos o tempo que já nem temos para a organização destes eventos.
JHA

https://correiodosacores.pt/2024/10/03/coletivo-de-artistas-combate-em-sao-miguel-o-abadono-escolar-e-o-uso-de-drogas-atraves-de-um-finaciamento-da-uniao-europeia/

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